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segunda-feira, 4 de abril de 2011 às 18:02 Postado por Paulo André (ou CloudP4) 0 Comments


Produtora: Rockstar Games
Data de Lançamento: 18 de Maio de 2010
Multiplayer? Sim, apenas Online
Plataforma(s): Xbox 360, PS3


Os filmes do genêro Faroeste a décadas atrás reinavam os cinemas de todo mundo, e agora chegou a vez dos consoles experimentarem essa maravilha. Na gerações passadas já houve alguns bons jogos de Faroeste, como Gun (PS2) e Red Dead Revolver (PS2/Antecessor Esperitual de RDR), porém sem grande impacto no mundo dos games. Agora em 2010 tivemos Red Dead Redemption, ganhador de diversos Game of the Year, disputando prêmio a prêmio com Mass Effect 2, mas saiba o porque Red Dead Redemption mereceu ganhar o prêmio de Jogo do Ano.


A história se passa no ano de 1911, durante o declínio do velho oeste americana. A história mostra John Marston, ex-bandido, tem sua família sequestrada pelo governo, para ter eles de volta John terá que ir atrás dos seus ex-companheiros de gangue, é então que John Marston começa a trabalhar como um caçador de recompensas.


Nosso Protagonista, John Marston


A História
A história do jogo é típica de um bom faroeste, porém, em certos pontos você parece que está em um "beco sem saída", mas porque? Pois como você está atrás dos ex-companheiros, você tem que sempre ir de informação, e óbviamente isso não sai a um preço tão baixo, por exemplo, Nigel West Dickens, pede ajuda para ajudar a vender seu remédio "milagroso" e a lucrar dinheiro com corridas a cavalo, porém nunca dava informações muito importantes, porém nem sempre a informação era útil, e quase sempre levava nosso protagonista ao destino errado, porém com o andar da trama, ela passa a ficar mais interessante. A ambientação do jogo ajuda muito no clima do jogo.


Jogabilidade
A jogabilidade é o clássico Third Person Shooter muito bem adaptado aos consoses, o jogo possúi 2 modos de mira, a "Normal" e a "Expert", a diferença fica que a "Normal" é uma mira 100% automática, ou seja, mira e atira, mira e atira, mira e atira... O que deixa o jogo bem sem graça, já a expert é uma mira inteiramente sua, você tem total controle sobre ela. Sistema de cover perfeito, é essencial durante um tiroteio você procurar a proteção mais próxima, ir correndo em meio a um fogo cruzado não é a melhor das ideias. O jogo ainda conta com o "Poder" Dead Eye, já usado em Red Dead Revolver, é digamos um especial, ativando ela você passa a ver tudo em camêra lenta, e consegue mirar em múltiplo alvos ao mesmo tempo.


O grande diferencial de Red Dead Redemption para os outros jogos de faroeste, é que esse essencialmente é um Sandbox, em outras palavras, mundo aberto, você pode a ir diversos lugares quando bem entender. Você pode estar calvagando e ser abordado por uma gangue de assaltantes, ou ser pego em emboscadas onde uma dama corre perigo, porém era apenas uma armadilha. Você pode caçar animais, ir atrás de tesouros, perseguir foras-da-lei, tudo que o velho oeste permite. O jogo ainda conta com alguns mini-games como Truco, Queda de Braço e vários outros.


Trilha Sonora e Cenários
O ponto mais forte do jogo, trilha sonora e cenários do jogo são perfeitos, ficar vagando por horas naquele cenário é maravilhoso, enquando ve cenários do velho oeste bem representados, você tem uma trilha sonora típica do Gênero, se encaixa perfeitamente a temática do jogo, e quase a mesma sensação que passa quando se está andando a cavalo em Shadow of Colossus, é algo dificil de explicar apenas com palavras.


Um dos maravilhoso cenários visto em Red Dead Redemption

Conclusão
Eu digo, meu pai sempre quis me fazer a assistir faroeste, mas eu nunca consegui nem sequer começar, hoje em dia posso me dizer um fã de Faroeste. Red Dead Redemption me fez mudar minha opinião sobre o Gênero com uma trama cativante e uma ótima jogabilidade. Foi aclamado Jogo do Ano pelos motivos acima, se você também não tinha se interessado por esse jogo, pode tranquilamente adiquirir ele, esse é aquele jogo que quando tivermos nas próximas geração iremos lembrar dos bons momentos em que passamos jogando ele.

sábado, 4 de dezembro de 2010 às 15:04 Postado por Paulo André (ou CloudP4) 0 Comments

Bem, estou jogando esse maravilhoso J-RPG, o qual teve seu lançamento ofuscado pelo Final Fantasy XIII e outros jogos que foram lançados na mesma época.

Vou explicar como vou fazer essa review e futuras reviews.

Irei análisar 5 fatores do jogo, e esses "fatores" podem variar de jogo pra jogo, por exemplo, no Resonance of Fate usarei os seguintes:

- História
- Gráficos
- Trilha Sonora/Efeitos Sonoros
- Jogabilidade
- Customização

E cara um desses "fatores" darei uma nota de 0 a 2, e no final farei a soma, o qual totalizará 10 óbviamente.

Atualmente me encontro no capítulo 12 no jogo, mas já tenho uma noção geral da história, estou com 40 horas de jogo e estou aproveitando tudo o que o jogo disponibiliza, mas então, sem mais delongas, vamos começar. E já avisando, é uma das minhas primeiras Reviews, já fiz algumas outras, quero receber todas as críticas possíveis para que possa melhorar em uma próxima Reviews.



A imensa torre, conhecida como Babel Basel

História
O jogo se passa em tempos díficeís, onde a Terra já não é um lugar tão habitável assim e seus habitantes tem que morar em uma torre, sendo que o status social varia de andar para andar, sendo que quem mora mais acima são os que possuem um status social mais elevado. Os personagens são Vashyron, único sobrevivente de uma ação militar, Zephyr, que após um incidente passou a trabalhar junto ao Vashyron, e a Leanne, que se junta ao Vashyron graças ao Zephyr ter salvado ela antes dela cometer o suicídio. A história do jogo mesmo se desenvolve como um plano secundário, ele é mais focado no dia-a-dia dos personagens, são contratados por diversos moradores de Basel (A imensa torre onde todos moram). O grande destaque na minha opinião, é que o jogo ao contrário de diversos outros RPGs, além de excluir as "espadas, magias e escudos", se passa em um futuro bem distante, o uso de armas de fogo aos invés de armas medievais dá um toque especial ao jogo e um clima mais cinematográfico.

Nota: 1,4

A bela protagonista Leanne
Gráficos
Os gráficos e o visual dos jogos são muito bons, mas o destaque fica pra arte do jogo que é realmente perfeita e muito bem detalhada, o visual "steampunk" e meio cinzento dá um clima diferente no jogo, de que o mundo está ainda tentando se adaptar ao novo estilo. É uma pena que os gráficos do jogo não ajudam muito nessa parte.

Nota: 1,2

Trilha Sonora/Efeitos Sonoros
A trilha sonora na minha opinião é magnífica, combina muito bem com o clima do jogo, não está a nível de Nobuo Uematsu, mas não está muito longe, você dificilmente enjoará da trilha do jogo. Os efeitos sonoros ficaram muito bons, os efeitos das metralhadoras/revolveres ficaram excelentes.

Nota: 1,8

Jogabilidade
Aqui é o ponto do jogo em que se torna o mais inovados, principalmente em RPGs. O sistema de combate no inicio é bem confuso e irritante, a falta de tutoriais incoerentes podem espantar os jogadores mais casuais e iniciantes, eu mesmo aprendi absolutamente tudo por volta do capítulo 8, e recorri diversas vezes ao manual do jogo (O manual de um jogo pela primeira vez foi útil), mas depois que você aprende, começa a achar até ridiculamente fácil. O "World Map" é muito interessante, ele é a torre onde você se encontra (Basel), ela é dividida entre diversos levels através de muitos elevadores, a grande diferença é que temos um mundo "semi-aberto", mas CloudP4, porque Semi-Aberto? Pois graças ao sistema de hex, precisamos de hex para liberar o caminho, eles possuem diversos formatos, cores e encaixes, é quase como um quebra-cabeça, não fica algo muito linear e enjoativo, o que pode frustar o jogador são as missões secundárias, que com o tempo passam a serem repetitivas e monótomas, tornando tedioso, abaixo colocarei 2 videos mostrando bem como a jogabilidade funciona:

Sistema de Combate


World Map e Ebel (Cidade do Jogo)


Nota: 1,4


Customização
Ponto fortissimo do jogo, as armas são 100% customizaveis e possuí uma grande diversidade de "add-ons" para elas, com o passar do jogo elas passar a se tornar cada vez mais essenciais, principalmente se você está atrás do troféu de completar todos 50 ranks da arena 10 vezes cada, e mais, há balas "customizadas" para as armas, onde cada uma possui um efeito diferente, sabendo usa-las poderá facilitar em muito os combates, ao menos comigo facilitou sim. E também a parte de customização dos personagens é excelente, dando um visual menos "estático" aos personagens principais do jogo, podemos adicionar óculos, mudar a cor do cabelo, colocar novas roupas, sapatos, luvas e entre outros diversos acessórios que você libera/adquire durante o jogo.

Nota: 2,0


Um bom exemplo de um personagem bem customizado
Conclusão
Resonance of Fate é um ótimo RPG que teve sua chegada aos consoles ofuscada por outros grandes lançamentos (Como Final Fantasy XIII já citado), tem um probleminha ou outro que pode frustar um pouco no começo, mas com o tempo você os supera e você acaba se acostumando ao sistema do jogo. Com uma trilha sonora agradável e uma história cativante, Resonance of Fate é um ótimo J-RPG e é altamente recomendado para quem quer algo moderno, diferente e desafiador.

Nota Final: 7,8